Sangue de Tinta dá seguimento à aventura de Meggie e seu pai, Mo, um encadernador de livros que tem o estranho dom de dar vida às palavras dos livros que lê em voz alta, fazendo seres das histórias surgirem à sua frente como que por mágica.
Neste volume, Meggie dá um jeito de entrar ela no mundo fictício de Coração de Tinta, onde tem o prazer de encontrar fadas, príncipes e saltimbancos que dançam com o fogo e o sofrimento de acompanhar as artimanhas de vilões cruéis e sem misericórdia.
Sangue de Tinta da sequência a história narrada em seu antecessor, Coração de Tinta.
Após conseguir derrotar Capricórnio e seus capangas, Mo e sua família se mudam para a casa de Elinor, que também convida Darius para morar com eles.
A vida segue normalmente até a chegada de Farid, que conta a eles que Dedo Empoeirado encontrou outro leitor, chamado Orfeu, que assim como Mo e Meggie, consegue dar vida as palavras lidas. Esse outro leitor mandou Dedo Empoeirado de volta para as páginas de Coração de Tinta, mas para desgosto do menino não cumpriu o trato e deixou Farid de fora da leitura, para piorar, esse leitor estava de conluio com Basta e Mortola, que buscam vingança contra Mo por ter acabado com a vida de Capricórnio.
Farid consegue convencer Meggi a ler ele para dentro da história e ela aceita com a condição de ir com ele, pois, ela está obcecada com o mundo de tinta que sua mãe descreveu. Como se não bastasse essa imprudência da menina, Basta e Mortola aparecem na casa de Elinor, fazem Orfeu lê-los, juntamente com Mo e Resa para dentro do livro Coração de Tinta.
Eu continuo dizendo que estou lendo esses livros com a idade errada. Talvez, se eu tivesse conhecido esse livro aos 13/14 anos, eu teria amado a história, mas agora, como adulta, não consigo me conectar com os personagens, que tem a profundidade de um pires.
Meggie segue sendo uma das crianças/adolescentes mais chatas que já li. Mimada e imprudente, que faz as coisas sem pensar nas consequências, achando que tudo é simples e fácil de se resolver.
Tirando Mo e Dedo Empoeirado, não encontrei mais nenhum personagem interessante a ponto de me prender, para saber o que vai acontecer no próximo capítulo.
A história em si não é ruim. A escrita da Cornelia é fácil de assimilar, mas a impressão que tenho é de andar em círculos, pois, não chegamos a lugar nenhum e quando há algum desenvolvimento, ele é mínimo.
Como disse, talvez minha opinião seja um tanto quanto desanimadora, por não ser o público alvo. Creio que crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos irão amar o livro.
Mas e você, Viajante, já leu Sangu de Tinta?
Me conte nos comentários, vou adorar saber sua opinião.
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